BNDES dissemina as regras para pessoas físicas aplicarem em Energia Solar

Fundo

O Fundo Clima é destinado a empreendimentos de Mobilidade Urbana, Cidades Sustentáveis, Resíduos Sólidos, Energias Renováveis, Máquinas e Equipamentos Eficientes e outras iniciativas inovadoras.
A meta é bancar produções e aquisições com grandes índices de aptidão energética ou que auxiliem para supressão de propagação de gases de efeito estufa.

Itens financiáveis

Tem direito a ser assistidos financeiramente os seguintes elementos, desde que novos e nacionais, registrados e aptos para o subprograma no Credenciamento de Fornecedores Informatizados – CFI do BNDES: máquinas e equipamentos cadastrados no Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) ou com o selo Procel (considerando os itens para os quais o PBE provê a certificação de capacidade energética, serão aceitos somente os de classificação A ou B); sistemas geradores fotovoltaicos, aerogeradores até 100kw, motores movidos a biogás, inversores ou conversores de frequência e coletores/aquecedores solares; ônibus e caminhões elétricos, híbridos e outros modelos com tração elétrica; e ônibus movidos a etanol.

Tem interesse em ser um instalador de placas fotovoltaicas, acesse o link:curso instalador fotovoltaico https://eastbrisbakery.tumblr.com/post/175526214527/bndes-dissemina-as-regras-para-pessoas-físicas

Revolução da Cerveja Artesanal no Brasil

Em Minas Gerais a revolução da cerveja caseira iniciou em Juiz de Fora em 1861 com a dos alemães e reiniciou em 1998 com a da fábrica alemã da Mercedes-Benz.

Atualmente no Brasil, está acontecendo a chamada transformação da cerveja artesanal, que consiste em uma maior da população em geral para com a cerveja, os muitos estilos e a possível complexidade, assim não aceitando as cervejas de cervejarias grandes com tendências minimalistas (consiste em a cerveja no mais próximo de água possível usando o mínimo de lúpulo e malte, trocando-os por insumos de menor valor que assim barateiam o produto e danificam a qualidade, fazendo com que tais cervejarias incentivem o consumidor a tomar as cervejas a temperaturas muito abaixo do permitido para o estilo, disfarçando assim seus defeitos claros).

Tal movimento mostra-se evidente quando se percebe a quantidade de novas garrafas que encontramos no supermercado e que são elaboradas no Brasil. Aqueles que aderem a tal atividade recusam-se a tomar cervejas produzidas em escala por grandes conglomerados industriais (cervejas mainstream) dando preferência consumir cervejas produzidas artesanalmente como 2cabeças, Taubatexas, Bodebrown, Waybeer Candanga, Dum, Júpiter, Landel, Mal, Morada, Naif, Rio Carioca, Seasons, Urbana, dentre outras.

No Rio de Janeiro, em 2016, aproveitando o aquecimento do mercado de cervejas artesanais no Brasil, a fábrica de cerveja Rio Carioca se aventura, sendo a pioneira cervejaria artesanal do Brasil a divulgar um comercial em um canal aberto de televisão.

No final da década de 1830, a cachaça era a aguardente mais conhecido do Brasil. Além dela, eram trazidos licores da França e vinhos de Portugal, sobretudo para satisfazer à nobreza. Nessa época a cerveja já era engarrafada, mas num formato caseiro realizado por famílias de imigrantes para o seu consumo individual. 

A bebida consumida pela era a gengibirra, elaborada de farinha de milho, gengibre, casca de limão e água. Esse cozimento descansava alguns dias, sendo então vendida em garrafas ou canecas ao preço de 80 réis. Era também consumida a Caramuru, feita de milho, gengibre, açúcar mascavo e água, cuja mistura fermentava em uma semana e custava 40 réis o copo. 
A gengibirra era armazenada em botijas louçadas, que antes eram utilizadas no acondicionamento da cerveja preta inglesa. Amarradas com barbantes, as tampas de tais garrafas arrebentavam quando abriam (daí o nome de "cerveja marca barbante", como seriam chamadas as cervejas pioneiras do Brasil).

Aprenda mais e clique aqui:como fazer cerveja artesanal passo a passo

BNDES propaga as diretrizes para pessoas físicas aplicarem em Energia Fotovoltaica

Fundo

O Fundo Clima é proposto a programas de Mobilidade Urbana, Cidades Sustentáveis, Resíduos Sólidos, Energias Renováveis, Máquinas e Equipamentos Eficientes e outras iniciativas inovadoras.
A finalidade é financiar produções e aquisições com altos índices de capacidade energética ou que contribuem para diminuição de irradiação de gases de efeito estufa.

Itens financiáveis

Podem ser assistidos financeiramente os seguintes elementos, desde que não sejam usados e nacionais, cadastrados e habilitados para o subprograma no Credenciamento de Fornecedores Informatizados – CFI do BNDES: máquinas e equipamentos registrados no Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) ou com o selo Procel (considerando os itens para os quais o PBE fornece a certificação de capacidade energética, serão aprovados apenas os de graduação A ou B); sistemas geradores fotovoltaicos, aerogeradores até 100kw, motores movidos a biogás, inversores ou conversores de frequência e coletores/aquecedores solares; ônibus e caminhões elétricos, híbridos e outros modelos com tração elétrica; e ônibus movidos a etanol.

Tem interesse em ser um instalador de placas fotovoltaicas, clique o link:curso instalador fotovoltaico http://numerologycalculatoronline.com/bndes-dissemina-as-regras-para-pessoas-fisicas-aplicarem-em-energia-solar/

BNDES dissemina as diretrizes para pessoas físicas aplicarem em Energia Fotovoltaica

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O Fundo Clima é proposto a programas de Mobilidade Urbana, Cidades Sustentáveis, Resíduos Sólidos, Energias Renováveis, Máquinas e Equipamentos Eficientes e outras iniciativas inovadoras.
O objetivo é bancar produções e aquisições com grandes indicadores de eficiência energética ou que concorram para diminuição de emissão de gases de efeito estufa.

Itens financiáveis

Tem direito a ser financiados os seguintes elementos, desde que novos e nacionais, cadastrados e aptos para o subprograma no Credenciamento de Fornecedores Informatizados – CFI do BNDES: máquinas e equipamentos cadastrados no Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) ou com o selo Procel (considerando os itens para os quais o PBE fornece a certificação de capacidade energética, serão aceitos somente os de graduação A ou B); sistemas geradores fotovoltaicos, aerogeradores até 100kw, motores movidos a biogás, inversores ou conversores de frequência e coletores/aquecedores solares; ônibus e caminhões elétricos, híbridos e outros modelos com tração elétrica; e ônibus movidos a etanol.

Tem interesse em ser um instalador de placas solares, acesse o link:instalador fotovoltaico http://www.pandoracharmsukmall.co.uk/bndes-dissemina-as-diretrizes-para-pessoas-fisicas-investirem-em-energia-fotovoltaica/

BNDES propaga as diretrizes para pessoas físicas se dedicar em Energia Solar

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O Fundo Clima é proposto a programas de Mobilidade Urbana, Cidades Sustentáveis, Resíduos Sólidos, Energias Renováveis, Máquinas e Equipamentos Eficientes e outras iniciativas inovadoras.
O objetivo é custear produções e aquisições com altos índices de aptidão energética ou que auxiliem para supressão de emissão de gases de efeito estufa.

Itens financiáveis

Tem direito a ser assistidos financeiramente os seguintes elementos, desde que novos e nacionais, cadastrados e habilitados para o subprograma no Credenciamento de Fornecedores Informatizados – CFI do BNDES: máquinas e equipamentos registrados no Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) ou com a chancela Procel (levando em conta os itens para os quais o PBE provê a certificação de capacidade energética, serão aprovados somente os de graduação A ou B); sistemas geradores fotovoltaicos, aerogeradores até 100kw, motores movidos a biogás, inversores ou conversores de frequência e coletores/aquecedores solares; ônibus e caminhões elétricos, híbridos e outros modelos com tração elétrica; e ônibus movidos a etanol.

Se você deseja ser um instalador de placas fotovoltaicas, clique o link:instalador fotovoltaico https://leenylynn.tumblr.com/post/175419750013/bndes-dissemina-as-regras-para-pessoas-físicas